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Planejamento tributário para negócios de beleza: você está pagando o imposto certo?

E aí, empreendedor, tudo certo por aí?

Conta uma coisa pra gente: quando a guia do imposto chega, você sabe exatamente o que está pagando ou confere o valor, paga e volta pra correria do negócio?

A gente sabe que a sua rotina envolve um monte de decisão que não pode esperar, e a parte tributária acaba ficando muito fácil no automático.

Só que já estamos em setembro e seu negócio rodou boa parte de 2026. Talvez o faturamento tenha crescido, novos serviços tenham entrado na agenda, a equipe esteja diferente ou você tenha começado a trabalhar com outros modelos de parceria. Se a operação mudou, vale conferir se a forma como você vem pagando impostos continua acompanhando essa realidade.

Bora dar um up nesse olhar antes do fechamento do ano?

O planejamento tributário ajuda você a organizar essas informações, entender melhor o que está sendo pago e levar para a contabilidade uma visão muito mais clara do momento do seu negócio. Isso dá mais controle pra gestão e evita deixar decisões importantes para aquela correria que sempre aparece quando dezembro chega.

E em 2026 esse papo ganhou ainda mais espaço. A Reforma Tributária já começa a trazer mudanças para os pequenos negócios e algumas decisões que mexem com 2027 precisam entrar no radar agora.

Pra gente, assunto importante de gestão precisa ser explicado de um jeito que ajude você a tomar decisão, sem transformar tudo em contabilês. Por isso, este conteúdo, convidamos o Rafael Gennaro, fundador da Contabeauty e contador especializado no mercado da beleza, que conhece de perto a rotina tributária de salões, barbearias, clínicas e outros negócios do setor.

Daqui pra frente, a gente vai olhar para o que merece revisão ainda em 2026, quais mudanças da sua operação podem mexer nos impostos e o que já vale colocar na mesa com seu contador pensando em 2027.

O que é planejamento tributário?

 

Planejamento tributário ajuda você a olhar para a parte fiscal do negócio antes que a guia chegue, organizando as informações da operação para entender como os impostos estão sendo calculados e conferir com a contabilidade se o caminho escolhido ainda acompanha o momento da empresa.

E isso conversa bastante com a sua rotina. Se o faturamento cresceu, entraram novos serviços, você passou a vender produtos, mudou a equipe ou começou a trabalhar com outro modelo de parceria, a operação mudou e essas informações também precisam entrar no radar tributário.

E essa conversa fica muito melhor quando você também conhece os números daí.

A gente sabe que ninguém abre um salão, uma barbearia ou uma clínica porque sonha em entender DAS, CNAE e regime tributário.  Só que, conforme o negócio cresce, algumas decisões deixam de ser só “coisa do contador” e passam a fazer parte da gestão.

O contador olha a parte técnica e orienta o melhor caminho. Você entra com informações que só quem vive a operação todos os dias consegue trazer: o que mudou, de onde vem o faturamento, como os profissionais trabalham, quais serviços ganharam espaço e quais planos já estão saindo do papel.

É essa troca que ajuda a deixar o planejamento tributário mais conectado com a realidade do negócio.

E já fica um alerta importante: planejamento tributário trabalha dentro da lei. A proposta é analisar regras, enquadramentos e possibilidades permitidas para evitar erros e pagamentos desnecessários, não procurar um atalho para deixar imposto pra trás.

Por que setembro de 2026 é uma boa hora pra olhar pra isso?

 

Porque, desta vez, o calendário tributário também resolveu adiantar a conversa.

Em 2026, empresas que não estão no Simples Nacional e querem entrar no regime em 2027 precisam fazer a solicitação entre 1º e 30 de setembro. A mudança está ligada às adaptações do Simples à Reforma Tributária e antecipou uma decisão que antes acontecia em janeiro.

Pra quem já está no Simples, também surgiu uma escolha nova. As empresas podem manter CBS e IBS dentro do regime ou optar pelo recolhimento desses tributos pelas regras regulares no primeiro semestre de 2027. Quem quiser recolher CBS e IBS fora do Simples precisa fazer essa opção agora, também até 30 de setembro.

Traduzindo isso pra rotina daí: setembro virou mês de colocar a contabilidade na mesa antes de decidir como o negócio entra em 2027.

Não quer dizer que todo salão, barbearia ou clínica precisa mudar alguma coisa. Quer dizer que vale aproveitar o momento pra conferir se existem pendências, se o enquadramento continua adequado e, principalmente, entender com seu contador quais dessas novas regras realmente alcançam a sua empresa.

E como já passamos da metade do ano, você não precisa fazer essa análise olhando pra uma previsão de janeiro. Tem meses de faturamento, custos e movimentação pra usar como referência. Bora aproveitar esses números pra dar um up nessa conversa e chegar no planejamento de 2027 com muito mais clareza sobre o negócio que você tem hoje.

Seu negócio mudou em 2026? Bora colocar isso na conversa

 

 

Olha pro seu negócio hoje e compara com o começo do ano. Tá igual? Provavelmente não.

Pode ter mais gente na equipe, serviço novo rodando, parceria diferente, produto vendendo mais ou um faturamento que ganhou outro ritmo. Esse movimento é ótimo e faz parte, só que a parte tributária também precisa acompanhar o que está acontecendo por aí.

Então, antes de entrar na reta final de 2026 pagando tudo no automático, bora dar um up nessa revisão junto com a contabilidade.

Conta o que mudou, leva os números, mostra como a operação está funcionando hoje e coloca os planos de 2027 na mesa também. Quanto mais quem cuida da parte contábil conhece a realidade daí, mais conectado fica o planejamento tributário com o negócio que você está construindo.

A gente fala tanto em ter mais controle da gestão porque é justamente isso que evita descobrir uma mudança importante quando ela já virou urgência. Setembro ainda dá espaço pra olhar com calma, organizar o que precisa e seguir pro fim do ano sabendo melhor onde você está pisando.

Começa pelo faturamento

Bora abrir os números?

Olha quanto o negócio faturou até agora, como esse valor vem evoluindo e qual é a projeção até dezembro. Isso ajuda a identificar se a empresa está se aproximando de algum limite do regime tributário e dá tempo pra conversar sobre os próximos passos sem descobrir uma mudança importante quando o ano já acabou.

No Simples Nacional, por exemplo, o limite geral de receita bruta é de R$ 4,8 milhões por ano. Não significa que você precisa esperar chegar perto desse valor pra revisar a tributação. Conforme a empresa cresce, as faixas e as alíquotas efetivas também mudam, então acompanhar o faturamento ao longo do ano faz parte dessa gestão.

Se você está no Simples e quer entender melhor como esse regime funciona para o setor, a gente já tem um conteúdo completo sobre Simples Nacional para negócios de beleza e os cuidados para evitar a exclusão. E tem um detalhe legal pra este artigo: esse conteúdo também foi desenvolvido com o Rafael Gennaro. Bora conferir?

Serviço novo entrou na agenda? A contabilidade precisa saber

Colocar um serviço novo na agenda parece uma decisão comercial, e muitas vezes começa mesmo por aí. Você vê uma oportunidade, capacita a equipe, compra os produtos ou equipamentos e coloca pra rodar.

Só lembra de levar essa novidade pra contabilidade também.

A atividade que a empresa exerce interfere no enquadramento fiscal, na emissão das notas e na forma como determinados tributos são tratados. Isso merece ainda mais cuidado em clínicas e negócios que oferecem serviços diferentes dentro da mesma operação, porque nem toda atividade de beleza ou bem-estar recebe necessariamente o mesmo tratamento tributário.

Então, se o negócio cresceu pra um lado novo em 2026, aproveita a revisão pra conferir se os CNAEs e as atividades cadastradas continuam representando o que você realmente oferece hoje.

Mudou a forma de trabalhar com os profissionais? Bora revisar também

Esse ponto tem tudo a ver com o nosso mercado. Se você trabalha com profissionais parceiros, a forma como essa relação está organizada mexe com contratos, repasses, documentos fiscais e com a parte tributária de cada envolvido.

A Lei do Salão Parceiro, nº 13.352/2016, criou regras específicas para esse modelo e exige formalização da parceria. Então não basta combinar uma porcentagem, começar a fazer os repasses e considerar o assunto resolvido.

Se você adotou esse modelo recentemente ou já trabalha assim há algum tempo e nunca mais revisou a estrutura, setembro é uma boa oportunidade pra colocar contrato, repasses e organização fiscal na mesma conversa com a contabilidade.

A gente explica esse modelo com mais detalhes no conteúdo sobre Lei do Salão Parceiro para negócios de beleza, que também conta com a participação do Rafael.

Dá uma olhada nas notas fiscais antes da reta final do ano

Nota fiscal não é aquele assunto que você quer descobrir que estava errado em dezembro, com agenda lotada e fechamento batendo na porta.

Confere se as notas estão sendo emitidas corretamente, se os serviços cadastrados representam o que você vende e se os valores registrados conversam com o que entrou no financeiro.

E em 2026 tem uma data importante pra colocar no calendário. A partir de 1º de novembro, microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional passam a ter obrigatoriedade de emissão da NFS-e de padrão nacional, conforme as novas regras do CGSN.

Se essa parte ainda gera dúvida por aí, vale deixar salvo o nosso passo a passo sobre como emitir NFS-e em salões, barbearias e outros negócios de beleza.

Quanto antes você coloca essas informações em ordem, mais ágil fica a conversa com a contabilidade e mais clareza você ganha pra planejar os últimos meses de 2026.

Simples Nacional ainda faz sentido pro seu negócio?

 

Seu negócio cresceu, mudou a equipe, colocou serviço novo pra rodar ou ganhou outro ritmo em 2026? Então bora conferir se o Simples ainda acompanha a sua realidade.

O Simples Nacional facilita o recolhimento de vários tributos em uma única guia e é muito presente na rotina dos pequenos negócios. Só que escolher um regime tributário não deveria funcionar no “todo mundo do meu setor usa, então vou nesse também”.

Faturamento, atividades exercidas, estrutura da empresa, folha, tipo de cliente e outras características entram nessa análise. Por isso, quem consegue dizer se o Simples continua sendo a melhor opção pra sua realidade é a contabilidade depois de olhar os números do negócio.

E setembro de 2026 merece atenção redobrada. Pela primeira vez, empresas que não estão no Simples e querem ingressar no regime em 2027 precisam fazer a solicitação entre 1º e 30 de setembro, em vez de esperar janeiro. Quem já está no Simples continua automaticamente no regime, salvo situações de exclusão, mas também precisa avaliar com a contabilidade a nova escolha relacionada ao recolhimento de IBS e CBS em 2027.

Se essas siglas já fizeram você pensar “lá vem a Reforma Tributária”, calma.  A gente já abriu esse assunto no Blog da Trinks e explicou o que muda com a Reforma Tributária para quem empreende na beleza.

Agora, aqui no planejamento tributário, o nosso foco é outro: usar esse momento pra levar os números de 2026 pra conversa e entender com seu contador qual caminho acompanha melhor os planos que você tem pro negócio em 2027.

Antes de 2027 chegar, tem uma mudança na nota fiscal pra olhar

 

Se o seu negócio presta serviços e está no Simples Nacional, coloca 1º de novembro de 2026 no radar.

A partir dessa data, microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples passam a emitir a NFS-e pelo padrão nacional, usando o Emissor Nacional ou uma integração compatível. A mudança foi confirmada pela Receita Federal e já faz parte das adaptações para a nova fase tributária que começa em 2027.

Pra você que cuida da gestão, vale conversar com a contabilidade agora e conferir como essa emissão vai funcionar por aí. Se hoje sua nota sai por outro sistema ou segue um processo específico do município, melhor entender a mudança antes de novembro chegar com a agenda cheia e mais uma tarefa pedindo atenção.

A gente já tem um passo a passo sobre como emitir NFS-e em salões e outros negócios de beleza, então dá pra deixar esse conteúdo por perto enquanto organiza a transição.

E lembra dos profissionais parceiros que a gente falou antes? Nesse modelo, a nota fiscal também pede cuidado. O salão-parceiro emite o documento para o consumidor discriminando as partes do salão e do profissional, enquanto o profissional-parceiro emite sua nota referente à cota-parte recebida. A Receita traz essa orientação de forma específica para o setor.

Planejamento tributário ajuda a pagar menos imposto?

 

Pode ajudar, desde que essa conta seja feita olhando para a realidade do negócio e para o que a legislação permite.

Se a empresa está em um regime que já não acompanha a operação, tem atividades cadastradas de forma inadequada ou deixou de considerar possibilidades previstas na lei, uma revisão pode mostrar que existe espaço para reduzir a carga tributária de forma legal.

E esse assunto ganha ainda mais peso num mercado que não para de crescer. Segundo o Sebrae, 235.708 novos CNPJs do setor de beleza foram abertos em 2025, um aumento de 17,9% em relação a 2024. Desse total, 94% eram MEIs. Hoje, o setor de serviços de beleza já reúne mais de 1,3 milhão de CNPJs ativos no Brasil. (Sebrae)

Pra você que está fazendo o negócio crescer, esses números também acendem um alerta: conforme a operação ganha corpo, a parte tributária precisa acompanhar esse movimento. Tem salão trabalhando com profissionais parceiros, barbearia que também vende produtos, clínica com atividades diferentes no mesmo CNPJ e negócio que começou pequeno, mas hoje já funciona de um jeito completamente diferente.

O próprio Sebrae reforça que o planejamento tributário passa por organizar as finanças, acompanhar faturamento e impostos pagos, revisar custos e conferir se o regime e a classificação das atividades continuam adequados à empresa. (Sebrae)

Então bora tirar o “como faço pra pagar menos?” do campo da tentativa e levar essa pergunta para os números.

Mostra pra contabilidade como o negócio está rodando hoje, leva o faturamento, explica o que mudou na operação e pede simulações dos caminhos possíveis dentro da lei. Pode ser que, depois de abrir a conta, a melhor escolha seja continuar exatamente como está. Também pode aparecer um enquadramento, cadastro ou processo que já estava pedindo revisão.

O contador precisa enxergar o mesmo negócio que você enxerga

 

Tem um teste simples pra fazer por aí.

Se o contador perguntar hoje quanto você faturou em serviços, quanto veio de venda de produtos, quanto foi repassado para profissionais parceiros e quais atividades cresceram em 2026, essas informações estão fáceis de encontrar?

Se a resposta envolve abrir três planilhas, procurar conversa no WhatsApp e tentar lembrar de cabeça, já apareceu um ponto pra dar um up.

A qualidade do planejamento tributário depende bastante da qualidade das informações que chegam até a contabilidade. Quando financeiro, recebimentos, repasses e notas estão organizados, fica muito mais ágil entender o que está acontecendo e fazer projeções para os próximos meses.

Vale olhar com atenção para:

  • faturamento por atividade;
  • venda de produtos e prestação de serviços;
  • repasses de profissionais parceiros;
  • notas fiscais emitidas;
  • despesas e custos do negócio;
  • folha e outras formas de remuneração;
  • crescimento previsto para 2027.

Se o financeiro ainda pede atenção por aí, a gente tem um conteúdo sobre organização financeira para negócios de beleza que ajuda a colocar essa parte em ordem.

Porque, pra quem quer sair cada vez mais do braço e assumir a gestão do negócio de verdade, ter esses números na mão ajuda até a conversa com quem cuida dos impostos a render mais.

5 erros que podem fazer você pagar imposto errado ou perder dinheiro

 

Se a parte tributária ficou meses no automático enquanto você cuidava de agenda, equipe, cliente e operação, bora dar um up nessa revisão antes do fechamento do ano.

CNAE, repasses, notas fiscais, enquadramento e forma de registrar as receitas precisam acompanhar o negócio que você tem hoje. Quando alguma dessas peças fica desatualizada, a conta pode acabar chegando errada ou mais pesada do que deveria.

Então pega os números daí e confere estes cinco pontos com a contabilidade.

1. Deixar os CNAEs parados enquanto o negócio cresce

Seu negócio mudou, mas os CNAEs continuam os mesmos de quando a empresa abriu?

Isso acontece bastante quando entram novos serviços, a clínica amplia os procedimentos, a barbearia passa a vender mais produtos ou o salão começa a trabalhar com uma operação diferente da que tinha no início.

Se mudou por aí, bora levar essa informação pra contabilidade também. Os CNAEs precisam acompanhar o que o negócio realmente faz hoje, porque isso entra na parte fiscal e pode mexer no enquadramento tributário.

Empreendedor, o cadastro desatualizado é o tipo de coisa que não vale deixar pra depois.

2. Juntar receitas diferentes como se tudo viesse do mesmo lugar

Serviço, venda de produto, repasse de profissional parceiro… se tudo entra no financeiro sem uma separação clara, depois fica bem mais trabalhoso entender de onde veio cada parte do faturamento.

E essa diferença importa para a contabilidade, porque atividades distintas podem ter tratamentos tributários diferentes.

Então dá um up nessa organização antes de mandar os números. Quanto mais fácil for identificar o que veio dos atendimentos, o que veio da venda de produtos e o que passou pelo caixa por conta das parcerias, melhor fica a leitura da operação.

Se hoje você precisa reconstruir essa história olhando extrato, planilha e conversa no WhatsApp, vale começar pela organização financeira do negócio de beleza.

3. Trabalhar com profissional parceiro sem deixar a parceria bem amarrada

A parceria faz parte da rotina de muitos negócios de beleza, mas combinar porcentagem e começar a fazer repasse não resolve toda a parte formal.

A legislação do Salão Parceiro prevê contrato por escrito e estabelece responsabilidades para o salão e para o profissional, incluindo regras sobre retenções, pagamentos e regularidade fiscal.

Também é o salão-parceiro que centraliza os pagamentos dos serviços realizados dentro desse modelo e faz os repasses conforme a estrutura da parceria.

Se você trabalha assim, bora conferir se o que acontece no caixa está acompanhando o que ficou definido no contrato e na contabilidade.

A gente explica essa relação com mais calma no conteúdo sobre Lei do Salão Parceiro para negócios de beleza.

4. Emitir nota de um jeito e controlar o financeiro de outro

Você olha o financeiro e encontra um valor. Vai para as notas e aparece outro. Confere o banco e precisa descobrir de onde saiu a diferença.

Aí já tem trabalho demais sendo feito no braço.

Nota fiscal, recebimento e registro financeiro precisam conversar para que a contabilidade consiga trabalhar com informações confiáveis. No modelo do Salão Parceiro, por exemplo, o documento fiscal ao consumidor deve discriminar as partes do salão e do profissional, e o profissional-parceiro também emite documento fiscal referente à parte recebida.

Com a mudança da NFS-e chegando ainda em 2026, vale aproveitar para revisar esse fluxo e deixar a operação mais organizada. A gente já preparou um guia sobre como emitir NFS-e nos negócios de beleza.

5. Só olhar para os impostos quando o valor começa a incomodar

Se a revisão tributária só entra na pauta quando a guia vem mais alta, fica mais difícil tomar decisões com antecedência.

Seu faturamento muda durante o ano, a operação cresce, novas atividades aparecem e os planos para o ano seguinte começam a tomar forma. A contabilidade precisa acompanhar esse movimento ao longo do caminho.

Agora, em setembro, você já tem uma boa parte de 2026 registrada e consegue conversar com muito mais informação na mão. Aproveita esse histórico, leva também o que você pretende fazer em 2027 e pede para o contador mostrar quais pontos merecem atenção.

Esse papo fica bem mais produtivo quando você chega sabendo como o negócio está rodando e onde quer chegar. Para quem está cada vez mais no cérebro da gestão, essa é uma daquelas tarefas que vale tirar do “depois eu vejo”.

Bora deixar esses números mais redondos pra contabilidade?

 

 

Se toda vez que o contador pede uma informação você precisa caçar número em planilha, extrato, WhatsApp e ainda completar alguma coisa de cabeça, a gente já sabe que tem processo pedindo um up por aí.

E disso a gente entende.

A Trinks vive a rotina dos negócios de beleza e bem-estar há mais de 13 anos. A gente acompanha de perto o corre de quem precisa cuidar da agenda, da equipe, das comissões, dos recebimentos, do estoque e ainda encontrar espaço pra pensar no crescimento do negócio.

Por isso, quando falamos em simplificar a gestão, não é só pra deixar a agenda organizada. É pra você ter mais controle sobre o que acontece na operação e conseguir encontrar as informações que precisa sem transformar cada pedido da contabilidade numa missão.

Com a Trinks, você acompanha financeiro, vendas, serviços, comissões, repasses e outros dados importantes da operação em um só lugar, além de contar com relatórios que ajudam a enxergar melhor como o negócio está rodando.

Aí, quando chega a hora de revisar o planejamento tributário, você já tem muito mais coisa na mão. Dá pra mostrar quanto o negócio faturou, como as receitas estão divididas, o que foi repassado aos profissionais e como a operação mudou ao longo do ano sem precisar reconstruir 2026 na base da memória.

A análise tributária continua sendo feita com a contabilidade, claro. A gente entra pra deixar a gestão mais ágil e a informação muito mais fácil de acessar, porque quanto menos coisa você precisa fazer no braço, mais espaço sobra pra cuidar dos próximos passos da empresa.

Pra quem tem sede de crescimento, organização não pode virar mais uma tarefa interminável. Bora colocar a tecnologia pra trabalhar junto e dar um up nesse controle antes de 2027 chegar.

Quer dar um up na gestão e ter seus números mais organizados no dia a dia? Teste a Trinks grátis por 5 dias e veja como a tecnologia pode simplificar a rotina por aí.

Rafael responde: as principais dúvidas sobre planejamento tributário

 

 

Pra fechar esse papo com quem entende do assunto de perto, reunimos algumas das dúvidas que mais aparecem quando o assunto é planejamento tributário. Rafael Gennaro, fundador da Contabeauty e contador especializado no mercado da beleza, ajuda a responder.

Planejamento tributário é só pra empresa grande?

Não. Salão, barbearia, clínica ou studio também precisa olhar pra isso, principalmente quando o negócio começa a crescer, muda a forma de trabalhar com a equipe, inclui novos serviços ou percebe que a carga de impostos já pesa mais no caixa.

O tamanho da empresa muda a complexidade da análise, mas conhecer a própria operação e revisar a tributação com a contabilidade faz sentido em diferentes momentos do negócio.

Quem está no Simples Nacional precisa fazer planejamento tributário?

Precisa acompanhar, sim. Estar no Simples deixa várias obrigações mais simples, mas não significa que você pode colocar a parte tributária no automático e nunca mais olhar.

Faturamento, atividades da empresa, venda de produtos, profissionais parceiros e mudanças na operação continuam entrando nessa conta. Se o negócio de hoje já está bem diferente daquele que entrou no Simples, bora levar essa nova realidade pra revisão.

Dá pra fazer planejamento tributário sozinho?

Você pode e deve conhecer os números do seu negócio, mas a análise tributária pede conhecimento técnico e precisa respeitar a legislação.

Seu papel na gestão é chegar com informação boa na mão, contar o que mudou por aí e mostrar os próximos passos que você já está planejando. A contabilidade entra pra analisar essas informações e orientar os caminhos possíveis.

Planejamento tributário serve só pra pagar menos imposto?

Pagar o valor correto é uma parte importante, mas a conversa vai além disso. A revisão também ajuda a identificar cadastro desatualizado, organizar receitas, preparar mudanças na empresa e entender o impacto tributário de decisões que você quer colocar pra rodar.

Se 2027 já tem novidade no radar, melhor incluir o contador nessa conversa antes de começar a executar.

Imposto em dia, gestão no controle e 2027 no radar

Esse foi mais um papo da Trinks com o Rafael Gennaro, trazendo a parte tributária para perto da rotina de quem cuida de um negócio de beleza e bem-estar.

A gente passou por Simples Nacional, Salão Parceiro, CNAEs, notas, faturamento, Reforma Tributária e tudo aquilo que começa a pesar quando o negócio cresce e a gestão precisa acompanhar esse ritmo.

Se você quiser continuar aprendendo com o Rafa e acompanhar mais conteúdos sobre contabilidade para o mercado de beleza, vale seguir o trabalho dele no Instagram: @rafaelgennaro.

E, se a ideia é dar um up na gestão e deixar seus números mais organizados para tocar o negócio com mais controle, a Trinks entra como parceira nessa rotina.

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Até a próxima!

About The Author

Contador especializado no mercado da belezaRafael é contador, pós-graduado em Controladoria pela FECAP e especialista no setor da beleza há mais de 10 anos. Fundador da Contabeauty — escritório de contabilidade focado exclusivamente em negócios de beleza —, ele tem como missão facilitar a vida de empreendedores e contribuir para o crescimento de salões, barbearias e clínicas com soluções práticas, inteligentes e inovadoras.Com linguagem acessível (sem “contabilês”) e uma visão estratégica, Rafael transforma assuntos burocráticos em conhecimento simples e aplicável no dia a dia de quem empreende no ramo da beleza.
Contador especializado no mercado da belezaRafael é contador, pós-graduado em Controladoria pela FECAP e especialista no setor da beleza há mais de 10 anos. Fundador da Contabeauty — escritório de contabilidade focado exclusivamente em negócios de beleza —, ele tem como missão facilitar a vida de empreendedores e contribuir para o crescimento de salões, barbearias e clínicas com soluções práticas, inteligentes e inovadoras.Com linguagem acessível (sem “contabilês”) e uma visão estratégica, Rafael transforma assuntos burocráticos em conhecimento simples e aplicável no dia a dia de quem empreende no ramo da beleza.

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