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Aluguel de cadeira ou comissão: qual modelo faz mais sentido para sua barbearia?

E aí, empreendedor, tudo certo por aí?

Você olha para uma cadeira vazia na barbearia e pensa: se eu alugar, já garanto um valor fixo entrando todo mês. Por outro lado, se trabalhar com comissão, o faturamento cresce junto com o meu profissional.

Parece uma conta simples, né? Só que é aí que muita gente se engana.

Porque escolher entre aluguel de cadeira ou comissão não muda só a forma como o dinheiro entra. Muda o quanto você participa da operação, o controle que tem sobre preço e atendimento, a experiência que o cliente vive ali dentro e até o quanto a sua marca consegue crescer sem depender de um profissional específico.

E, pra não ficar só no “eu acho”, a gente chamou quem vive essa realidade de perto. A Ruppell Consultoria e Assessoria, parceira da Trinks, entrou nessa conversa trazendo a experiência de quem acompanha os dois modelos em barbearias pelo Brasil, além de cases que mostram o que pode acontecer quando essa escolha funciona, e quando a conta não fecha tão bem quanto parecia.

Um dos pontos que eles trouxeram ajuda bastante a colocar essa decisão em perspectiva: os dois modelos têm riscos e vantagens. O que muda é onde eles aparecem, e o tipo de negócio que você quer construir.

A pergunta não é só “qual modelo coloca mais dinheiro no caixa?”. É “qual deles faz sentido para a barbearia que você quer ter daqui pra frente?”

Então, antes de olhar só para a porcentagem da comissão ou para o valor do aluguel, bora olhar para o todo?

 

 

 

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Como funciona o modelo de comissão em uma barbearia?

 

 

Bora começar pela comissão, porque aqui tem uma diferença que vale deixar bem clara: receber uma porcentagem dos atendimentos não define, sozinho, qual é a relação entre a barbearia e o barbeiro.

Na prática, existem modelos diferentes.

O profissional pode ser contratado pela CLT e receber comissão como parte da remuneração. Ou a barbearia pode trabalhar dentro do modelo de Salão Parceiro, regulamentado pela Lei nº 13.352/2016, que também inclui barbeiros.

No Salão Parceiro, estabelecimento e profissional firmam um contrato de parceria por escrito. A barbearia centraliza os pagamentos dos serviços e faz a retenção da sua cota-parte, enquanto o restante é destinado ao profissional conforme as condições previstas no contrato. Você pode conferir os detalhes diretamente na Lei nº 13.352/2016.

Então, sabe aquela ideia de “é só combinar a porcentagem e pronto”? Melhor deixar de lado.

O percentual é uma parte da conversa. Antes dele vêm o modelo adotado, os custos da operação, as responsabilidades de cada lado e a formalização correta da relação.

Inclusive, se essa conta já está dando um nó por aí, a gente tem um conteúdo completo sobre como calcular a comissão de profissionais de beleza e outro, mais recente, sobre como definir a comissão ideal para sua equipe em 2026.

 

E o que muda na rotina da sua barbearia?

Aqui começa a parte que vai além do contrato e chega na gestão.

Na experiência da Ruppell, o modelo comissionado costuma dar ao dono mais espaço para construir uma operação em torno da própria marca: acompanhar resultados, organizar preços, desenvolver padrões de atendimento e olhar para a performance de cada profissional.

Só que essa liberdade para gerir também vem com trabalho.

Se você quer que o cliente reconheça um padrão quando entra na sua barbearia, não basta definir a comissão e esperar o mês fechar. Tem acompanhamento de agenda, atendimento, faturamento, recorrência, produtos, experiência do cliente… enfim, tem gestão acontecendo de verdade.

E talvez essa seja uma das principais diferenças entre os modelos que a gente vai comparar por aqui. Na comissão, o dono continua bastante dentro do jogo.

Mas e quando você prefere receber um valor fixo pela cadeira e deixar o profissional tocar a própria operação? A conversa muda.

 

Como funciona o aluguel de cadeira em uma barbearia?

 

 

A lógica parece bem simples: o barbeiro paga um valor pelo uso do espaço e trabalha com mais autonomia dentro daquela estrutura.

Para o dono, a ideia também pode soar tentadora. A cadeira está ali, o custo do espaço já existe e entra um valor combinado todos os meses. Menos acompanhamento da performance, menos conta de comissão e, pelo menos no papel, uma receita mais previsível.

Só que tem uma pergunta que não dá para pular: o que exatamente você está alugando, e quanto isso custa para o seu negócio?

Porque aquela cadeira não ocupa só um espaço na sua barbearia. Ela usa iluminação, água, energia, internet, limpeza, recepção, equipamentos e toda uma estrutura que alguém precisa pagar para continuar funcionando.

Então, antes de definir o aluguel olhando para “quanto as outras barbearias cobram”, vale colocar na ponta do lápis quanto custa manter aquele espaço disponível e qual retorno você espera dele.

 

Mais autonomia para o barbeiro também muda o papel do dono

Outro ponto trazido pela Ruppell é que, no aluguel de cadeira, a lógica da relação muda justamente porque o profissional tende a operar com mais independência. A consultoria chama atenção para aspectos como preço, produtos, horários e carteira própria de clientes.

Mas Trinks, se cada profissional toma as próprias decisões, até onde a experiência que acontece dentro da minha barbearia continua sendo uma experiência da minha marca?

Empreendedor, para quem quer um espaço formado por profissionais independentes, essa pode ser justamente a proposta do negócio. Para quem quer construir uma marca com preço, atendimento, processos e experiência mais padronizados, o impacto pode ser outro.

Por isso, aluguel de cadeira não deveria ser uma escolha feita só porque “tem uma cadeira sobrando”.

Antes, vale entender qual papel você quer assumir nessa operação. E é justamente colocando os dois modelos lado a lado que essa diferença começa a ficar bem mais visível.

 

Comissão ou aluguel de cadeira: o que muda de verdade entre os dois?

 

 

Beleza, agora que a gente já passou pelo básico dos dois modelos, bora colocar um do lado do outro? Porque é aqui que a escolha começa a ficar mais clara.

De um lado, você tem um modelo que pede mais gestão e acompanhamento, mas também dá mais espaço para construir uma operação com padrão, indicadores e uma experiência ligada à sua marca. Do outro, existe uma dinâmica com mais autonomia para o profissional e menos interferência do dono no dia a dia.

Na experiência da Ruppell com barbearias, essa diferença aparece em vários pontos da operação, do preço cobrado até a possibilidade de acompanhar a performance de cada barbeiro.

Olha como isso pode aparecer na prática:

 

Comissão/parceriaAluguel de cadeira
PreçoA barbearia tende a ter mais espaço para trabalhar uma tabela alinhada à marca e à estratégia comercial.O profissional tende a ter mais autonomia para definir seus próprios valores, conforme o modelo adotado.
Experiência do clienteFica mais fácil construir padrões de atendimento, produtos e processos para a equipe.A experiência pode ficar mais ligada à forma de trabalhar de cada profissional.
Acompanhamento de resultadosO gestor consegue olhar faturamento, ticket médio, recorrência e desempenho dos profissionais dentro da operação.O foco do dono tende a ficar mais no retorno da locação do que no faturamento individual do profissional.
FinanceiroA receita da barbearia acompanha o movimento da operação, de acordo com o percentual e o modelo definidos.Existe um valor previamente combinado pelo uso da estrutura.
Autonomia do barbeiroExiste uma operação mais integrada à gestão da barbearia, respeitando o modelo jurídico adotado.A autonomia do profissional tende a ser maior.
Construção de marcaFacilita trabalhar uma experiência mais consistente entre os profissionais.Exige atenção para que diferentes formas de atender não deixem a experiência da marca em segundo plano.
Esforço de gestãoPede acompanhamento, desenvolvimento da equipe, indicadores e processos.Pode reduzir o acompanhamento da operação do profissional, mas exige uma boa gestão da estrutura e dos custos.
CrescimentoPode conversar melhor com quem quer criar padrões e replicar a operação no futuro.Pode fazer sentido para quem quer operar um espaço para profissionais independentes, sem ter a mesma proposta de gestão de equipe.

 

Percebe que não é só uma comparação entre “ganhar porcentagem” e “receber aluguel”?

Estamos falando de duas formas bem diferentes de tocar o negócio.E isso leva a uma pergunta que vale muito mais do que copiar o modelo da barbearia vizinha: quanto você quer estar à frente da gestão da sua operação?

 

 

O que muda na gestão da sua barbearia?

 

 

Aqui está um ponto que a Ruppell trouxe: o modelo escolhido também muda o seu papel como dono da barbearia.

Na comissão, você não coloca os profissionais para trabalhar, fecha a porcentagem e esquece o assunto.

Tem agenda para acompanhar. Tem experiência do cliente. Tem resultado. Tem profissional que cresce, profissional que precisa de direcionamento, serviço com ticket diferente, recorrência para observar…

Ou seja: tem um negócio para gerir.

E, se a ideia é fazer a barbearia ir além, esses números começam a contar uma história importante sobre o que está funcionando e o que precisa de atenção.

 

Na comissão, você fica mais perto da operação

Segundo a leitura de campo da Ruppell, uma das vantagens desse modelo para quem quer construir uma marca é justamente conseguir acompanhar mais de perto o que acontece dentro da barbearia: faturamento, ticket médio, recorrência e desempenho por profissional aparecem como parte dessa gestão.

Bora trazer isso para um sábado cheio.

Um barbeiro está com a agenda lotada há semanas. Outro tem vários horários vagos. Um terceiro atende bastante, mas o ticket médio está bem abaixo do restante da equipe.

Se você acompanha esses dados, consegue sair do: “acho que fulano está indo bem” para: “os números estão me mostrando isso. Bora entender o porquê?”

Essa é uma mudança e tanto para quem quer sair cada vez mais do braço e assumir a gestão do negócio. Inclusive, se você ainda não olha para esses indicadores com frequência, vale entender como acompanhar os KPIs que realmente ajudam a medir os resultados do seu negócio de beleza.

 

No aluguel, a gestão muda de lugar

Agora imagina outra proposta.

Você tem profissionais independentes usando sua estrutura, cada um tocando sua própria rotina com mais autonomia. Nesse cenário, talvez você nem queira acompanhar quantos cortes cada um fez, qual é o ticket médio ou quantos clientes voltaram naquele mês.

Seu olhar está em outra conta: quanto custa manter essa cadeira e quanto ela retorna para o negócio?

Na prática observada pela Ruppell, o aluguel pode diminuir bastante a gestão da performance individual, mas isso não significa ficar sem gestão nenhuma. O foco passa a estar muito mais na estrutura: custos, ocupação, contratos, manutenção e rentabilidade do espaço.

Então, aquele pensamento de: “aluguei as cadeiras, agora é só receber”, merece um asterisco bem grande.

Água aumentou? Entra na conta. Energia aumentou? Também.

Tem recepção, limpeza, internet, manutenção, equipamentos e aluguel do imóvel? Tudo isso continua chegando para alguém pagar. Ou seja: o tipo de gestão muda. A necessidade de fazer conta, não.

 

E tem a sua marca no meio disso tudo

Esse talvez seja um dos pontos mais interessantes da conversa. Quando um cliente entra na sua barbearia, o que você quer que ele enxergue? “Eu corto com o João.” Ou “Eu corto naquela barbearia.”

Claro que uma coisa não precisa eliminar a outra. Cliente cria vínculo com profissional mesmo, faz parte do nosso mercado.

Mas, se você tem planos de crescer, abrir outra unidade ou fazer a sua marca ser reconhecida por uma experiência própria, vale pensar em quanto dessa experiência depende de cada barbeiro individualmente.

A Ruppell chama atenção justamente para isso: no modelo de comissão, a consultoria enxerga mais espaço para trabalhar padrões de preço, atendimento e experiência ligados à própria barbearia; já em uma operação de locação com profissionais independentes, parte dessas decisões tende a ficar nas mãos de cada um.

E não tem resposta pronta aqui. Talvez você queira uma barbearia em que todos caminham com a mesma marca, os mesmos processos e uma gestão mais próxima.

Talvez a sua proposta seja oferecer uma estrutura para profissionais que já têm nome, clientela e uma forma própria de trabalhar. Os dois cenários podem existir.

O que não vale é escolher um modelo pensando em uma coisa e esperar que ele entregue outra.

 

E no financeiro: qual modelo faz mais sentido?

 

Barbeiro em barbearia moderna, representando organização e tecnologia na gestão do negócio.

 

Agora bora falar da parte que costuma pesar bastante nessa escolha: o dinheiro.

Porque é fácil olhar para o aluguel de cadeira e pensar: “todo mês entra um valor fixo, então eu sei quanto vou receber”. Também é fácil olhar para a comissão e pensar: “quanto mais o barbeiro produz, mais a barbearia ganha”.

Os dois raciocínios fazem sentido. Só que, sozinhos, eles contam uma parte bem pequena da história.

 

Na comissão, o resultado acompanha o movimento da operação

Quando o modelo trabalha com comissão, o valor destinado à barbearia varia conforme o faturamento gerado pelos profissionais.

Um mês cheio tende a trazer um resultado diferente de um mês com agenda mais fraca. Por isso, entra uma gestão mais próxima de números como:

  • faturamento por profissional;
  • ticket médio;
  • ocupação da agenda;
  • recorrência de clientes;
  • custo dos produtos utilizados;
  • percentual de comissão;
  • margem de cada serviço.

Ou seja: não basta saber quanto entrou. Vale entender quanto ficou depois dos custos e o que está puxando esse resultado para cima ou para baixo.

E esse acompanhamento pode dar pistas bem úteis. Se um barbeiro vive com a agenda cheia, mas gera um ticket médio menor, existe algo para investigar. Se outro tem menos atendimentos, mas clientes que retornam com frequência e consomem outros serviços, a leitura já muda.

É esse tipo de visão que ajuda você a gerir com mais clareza, em vez de tomar decisão só no “acho que”.

Se essa conta ainda é um desafio por aí, vale continuar a conversa no nosso conteúdo sobre como aumentar o lucro do seu negócio de beleza sem depender apenas de aumentar os preços.

 

No aluguel, o valor é fixo. Mas e o custo da cadeira?

Aqui mora uma pegadinha bem comum. Você combina R$ 800, R$ 1.000 ou qualquer outro valor pela cadeira e aquele dinheiro entra todos os meses. Beleza.

Só que quanto custa manter aquela cadeira funcionando? Porque ela não vem sozinha.

Tem aluguel do imóvel, água, energia, internet, limpeza, recepção, manutenção, equipamentos e tudo mais que faz aquela estrutura ficar pronta para receber profissional e cliente.

A Ruppell chama atenção justamente para esse ponto: quando o aluguel é mal precificado, o dono pode acabar sustentando boa parte da estrutura enquanto recebe um valor que não cobre proporcionalmente os custos daquele espaço. Quando a conta é bem feita, a lógica pode funcionar de outra forma, com o valor da locação cobrindo custos e deixando uma margem para o negócio.

Então, antes de perguntar: “Quanto estão cobrando por cadeira por aí?”

Talvez valha perguntar: “Quanto custa uma cadeira dentro da minha barbearia?”

Essa resposta é muito mais útil para a sua gestão.

Case real: quando o aluguel parece bom até você olhar a conta toda

 

Como sair do operacional e focar na gestão da sua barbearia

E aqui a conversa sai da teoria. Em uma prospecção feita pela Ruppell em uma barbearia de São Paulo, a consultoria encontrou um profissional que utilizava a estrutura do negócio, cadeira, máquinas e espaço, e atendia a própria carteira de clientes.

O aluguel pago por ele ficava entre R$ 400 e R$ 600 por mês. Até aí, você pode pensar: “beleza, é uma cadeira gerando renda”. Só que o faturamento mensal daquele profissional girava entre R$ 5 mil e R$ 6 mil.

Agora olha para a situação pelo lado do dono.

A barbearia bancava a estrutura onde aqueles atendimentos aconteciam e recebia um valor fixo relativamente pequeno em comparação ao movimento gerado ali. Ao mesmo tempo, tinha pouca participação sobre a forma como aquele atendimento representava a marca da casa.

Isso significa que aluguel de cadeira é ruim? Não. Significa que aquele aluguel precisava ser olhado com muito mais cuidado.

O próprio aprendizado trazido pela Ruppell nesse case não é “nunca alugue uma cadeira”. É outro: não escolha esse modelo só porque parece uma forma fácil de ocupar um espaço vazio e colocar algum dinheiro no caixa.

Antes, faça a conta.

  • Quanto essa cadeira consome da sua estrutura?
  • Quanto custa mantê-la disponível?
  • O valor recebido compensa?
  • E, além do financeiro, o que você está entregando em troca daquela mensalidade?

Porque R$ 500 entrando todo mês pode parecer ótimo. Até você descobrir que está gastando mais do que isso para manter a cadeira funcionando.

E a experiência do cliente, fica com quem?

 

 

Agora deixa a calculadora de lado por um minuto. Imagina que dois clientes entram na sua barbearia no mesmo dia.

Um senta na cadeira de um profissional que trabalha com determinado preço, usa certos produtos e segue um jeito de atender. O outro senta alguns metros ao lado e encontra outro preço, outra forma de conduzir o atendimento e outra experiência.

Para o cliente, os dois estão dentro da mesma barbearia. E aí vem uma pergunta que talvez seja ainda mais importante do que parece: o que você quer que as pessoas reconheçam quando pensam no seu negócio: a experiência da sua marca ou a experiência de cada barbeiro?

Na visão de campo da Ruppell, esse é um dos pontos em que comissão e aluguel mais se afastam.

Em operações mais integradas à gestão da barbearia, existe mais espaço para trabalhar preço, produtos, atendimento e processos de forma alinhada à marca. Já em uma estrutura com profissionais independentes, essas decisões podem ficar muito mais ligadas a cada barbeiro. E isso pesa bastante se você tem sede de crescimento.

 

Quer abrir outra unidade um dia?

Então vale pensar: o que precisa ser replicado?

Se a força da sua barbearia está só em quem ocupa cada cadeira, repetir aquela experiência em outro endereço pode ficar bem mais difícil.

Agora, se existe um jeito de atender, uma proposta de marca, uma política comercial e processos que não dependem exclusivamente de uma pessoa, você começa a construir algo que consegue ir além daquela primeira unidade. Isso não significa apagar a personalidade dos barbeiros, longe disso.

Profissional bom cria vínculo, tem estilo próprio e muitas vezes vira uma referência para os clientes. A questão é outra: a marca também precisa ter alguma coisa que seja dela.

Um cliente pode amar cortar com o João e, ao mesmo tempo, confiar na sua barbearia. Esse é um baita cenário.

 

E se a proposta for justamente dar autonomia?

Aí muda tudo de novo. Talvez você não queira construir uma operação em que todos seguem o mesmo modelo. Talvez a sua ideia seja ter um espaço com profissionais independentes, cada um com sua clientela, preço e maneira de trabalhar.

Nesse caso, essa autonomia não é um problema. Ela é parte da proposta.

O cuidado está em escolher conscientemente. Porque uma coisa é decidir: “quero criar um espaço para profissionais independentes”. Outra bem diferente é começar a alugar cadeiras só porque elas estavam vazias e descobrir, lá na frente, que a experiência da sua marca ficou sem direção.

E esse cenário leva a um ponto que a Ruppell trouxe com bastante força: misturar os dois modelos dentro da mesma barbearia pode parecer uma saída prática, mas também pode criar uma bela confusão.

 

Dá para misturar comissão e aluguel de cadeira na mesma barbearia?

 

Inteligência artificial para barbearias

 

Bom, pode até parecer até uma boa ideia. Você trabalha com comissão na maior parte da equipe, sobra uma cadeira e pensa: “já que está vazia, por que não alugar?”

Pronto: mais uma renda entrando e nenhum espaço parado. Só que essa mistura pode trazer algumas perguntas que não aparecem de primeira.

Imagina um cliente entrando na sua barbearia e encontrando, dentro do mesmo endereço, profissionais trabalhando com preços diferentes, produtos diferentes, promoções próprias e formas distintas de conduzir o atendimento.

Para quem está do lado de fora da gestão, existe uma coisa só: a sua barbearia.

E é exatamente aí que a Ruppell enxerga um ponto de atenção.

Na experiência da consultoria, misturar profissionais comissionados e cadeiras alugadas sem um desenho muito claro pode enfraquecer justamente aquilo que a gestão mais integrada tenta construir: um padrão reconhecível de marca e experiência.

Pensa assim: de um lado, você tem profissionais trabalhando dentro de uma estratégia de preço, atendimento e operação definida pela barbearia. Do outro, alguém com uma dinâmica mais independente.

Se o cliente não entende essa diferença, quem precisa explicar por que o corte custa X em uma cadeira e Y na outra?Quem responde quando uma promoção vale para parte da equipe, mas não para outra?

E se a experiência não for boa, será que o cliente pensa “foi aquele profissional independente” ou simplesmente “não gostei daquela barbearia”?

É por isso que o problema não está necessariamente em ter dois modelos. O problema está em misturar modelos sem entender o impacto dessa escolha na gestão e na percepção da marca.

Se a sua operação for híbrida, precisa existir clareza sobre como cada relação funciona, quais responsabilidades pertencem a cada lado e quais limites precisam ser formalizados.

E, claro, vale validar todo esse desenho com apoio jurídico e contábil. Aqui não tem espaço para fazer um contrato “no boca a boca” e torcer para dar certo.

Quando trabalhar com comissão pode fazer mais sentido?

 

Por que um Clube de Assinaturas pode mudar o jogo da sua barbearia?

 

Agora talvez você esteja esperando aquele momento em que a gente vai dizer: “Pronto. Esse é o melhor modelo.”

Não vai acontecer empreendedor. 😄 Porque a pergunta mais útil não é qual modelo vence essa disputa.

É qual deles acompanha melhor o plano que você tem para a sua barbearia.

Na leitura de campo da Ruppell, a comissão costuma fazer mais sentido para quem quer estar à frente de uma operação mais integrada e construir uma marca que não dependa exclusivamente de cada profissional.

Pode ser o seu caso se você quer, por exemplo:

  • acompanhar de perto os resultados da equipe;
  • trabalhar um padrão de atendimento;
  • ter mais consistência na experiência do cliente;
  • desenvolver profissionais ao longo do tempo;
  • organizar preços e estratégias comerciais;
  • acompanhar ticket médio, recorrência e desempenho;
  • fortalecer a marca da barbearia;
  • preparar a operação para crescer ou abrir novas unidades.

Percebe que estamos falando bastante de gestão?

Esse modelo tende a pedir um dono mais presente no negócio. Não necessariamente alguém que fica em cima de cada profissional o dia inteiro, mas alguém que acompanha números, cria processos, conversa com a equipe e toma decisões.

Então, se a sua vontade é sair do “cada um trabalha do seu jeito e no fim a gente vê quanto deu” para uma operação com mais visão do todo, a comissão pode conversar melhor com esse objetivo.

Só tem um ponto que não dá para deixar no rodapé: a forma como essa relação é estruturada juridicamente importa.

Se você trabalha ou pensa em trabalhar com profissionais parceiros, vale entender como funciona a Lei do Salão Parceiro e buscar orientação especializada para formalizar a relação de acordo com a realidade da sua barbearia.

E quando o aluguel de cadeira pode fazer sentido?

Agora bora virar a mesa. Talvez você não queira gerir performance, estabelecer uma experiência tão padronizada ou acompanhar de perto o faturamento de cada barbeiro.

Talvez a sua proposta seja outra: oferecer uma boa estrutura para profissionais que já têm sua própria clientela e querem trabalhar com mais autonomia.

Aí o aluguel começa a entrar na conversa de um jeito bem diferente.

A Ruppell aponta esse cenário como uma escolha mais coerente quando o dono deliberadamente quer operar um espaço para profissionais independentes, com menor envolvimento na gestão do dia a dia de cada um.

A palavra importante aqui é justamente essa: deliberadamente.

  • Não porque tinha uma cadeira sobrando.
  • Não porque alguém disse que “é mais fácil”.
  • Não porque você viu outra barbearia fazendo.
  • Mas porque esse é o modelo que você decidiu construir.

Nesse cenário, vale ter clareza sobre algumas coisas:

  • o profissional já possui uma base própria de clientes?
  • a autonomia dele combina com a proposta do espaço?
  • o valor do aluguel cobre de verdade os custos envolvidos?
  • você está confortável com uma experiência menos centralizada na marca da casa?
  • o contrato traduz corretamente a relação que existe na prática?

Se essas respostas caminham juntas, o aluguel pode fazer sentido dentro da estratégia. Agora, se você espera receber um valor fixo e, ao mesmo tempo, quer decidir preço, rotina, atendimento, agenda, produtos e cada detalhe do trabalho daquele profissional, acende o alerta.

Talvez o modelo que você imaginou não esteja combinando com o nível de controle que espera ter.

Antes de decidir, faça estas 7 perguntas

 

 

Chegamos naquele ponto em que dá vontade de abrir uma planilha, colocar “comissão” de um lado, “aluguel” do outro e escolher quem marcou mais pontos. Calma, tem um jeito mais útil de fazer essa conta.

Antes de escolher, bora olhar para o seu próprio negócio?

 

1. Eu quero construir uma marca ou administrar principalmente uma estrutura?

Essa talvez seja a pergunta que puxa todas as outras. Se você quer que clientes reconheçam um jeito de atender, uma experiência, uma política comercial e uma marca que possam crescer com o negócio, provavelmente vai precisar de uma gestão mais próxima da operação.

Se a proposta é oferecer estrutura para profissionais independentes, o raciocínio muda.

 

2. Quanto custa manter cada cadeira funcionando?

Não vale responder “o aluguel do imóvel dividido pelo número de cadeiras”. Tem mais coisa nessa conta.

Água, energia, limpeza, recepção, internet, manutenção, equipamentos e outros custos também fazem parte da estrutura.

Antes de definir quanto cobrar ou comparar modelos, saiba quanto aquela cadeira custa para o seu negócio.

 

3. Quanto controle eu quero ter sobre a experiência do cliente?

Preço, produto, atendimento, promoções, horário, comunicação… Quanto disso você considera parte da sua marca?Quanto está confortável em deixar sob decisão de cada profissional?

Não existe uma resposta universal. Mas precisa existir uma resposta sua.

 

4. De quem é a relação com o cliente?

Essa pergunta mexe com bastante coisa. Se um barbeiro sair amanhã, o cliente continua escolhendo sua barbearia ou acompanha exclusivamente aquele profissional?

Claro, nenhuma gestão controla vínculo. Mas vale olhar para o quanto a empresa também está construindo uma relação própria com quem passa pela cadeira.

 

5. Eu quero acompanhar e desenvolver a performance dos profissionais?

Se você quer olhar agenda, faturamento, ticket médio, recorrência e ajudar cada pessoa a crescer dentro da operação, precisa de um modelo que converse com essa gestão.

Inclusive, esse tipo de acompanhamento fica muito mais fácil quando você entende quais indicadores realmente mostram como o seu negócio está performando.

Agora, se cada profissional gere o próprio negócio dentro da sua estrutura, talvez esses indicadores simplesmente não façam parte do seu papel.

 

6. Onde eu quero que essa barbearia esteja daqui a alguns anos?

Uma unidade? Duas? Uma rede? Um espaço conhecido por receber bons profissionais independentes? Uma marca forte no bairro?

Não precisa sonhar com vinte unidades para essa pergunta fazer sentido.

Crescimento não tem um formato único. Mas saber onde você quer chegar ajuda bastante a escolher uma estrutura que não vá brigar com esse plano lá na frente.

 

7. A parte jurídica, fiscal e contratual está bem desenhada?

Essa não pode ficar para depois. Seja qual for o modelo escolhido, ele precisa existir no contrato e na prática de maneira coerente. Nada de escolher comissão ou aluguel só pelo que parece mais simples no papel.

Converse com profissionais jurídicos e contábeis que conheçam o setor, entenda as responsabilidades envolvidas e formalize a relação corretamente.

Porque dar um up na gestão também é isso: crescer com mais clareza e menos improviso.

E agora que a gente já colocou gestão, dinheiro, marca e planos de crescimento nessa escolha, falta olhar para uma peça que muda bastante essa conversa: o que a Lei do Salão Parceiro realmente diz sobre a relação entre barbearia e profissional?

 

O que a Lei do Salão Parceiro tem a ver com essa escolha?

 

 

Chegou a parte que costuma dar aquele nó na cabeça: contrato, parceria, comissão, vínculo… afinal, como isso funciona? Bora simplificar.

A chamada Lei do Salão Parceiro (Lei nº 13.352/2016) incluiu oficialmente os barbeiros entre os profissionais que podem trabalhar em regime de parceria com estabelecimentos de beleza. Nesse modelo, a relação é entre salão-parceiro e profissional-parceiro e precisa ser formalizada por contrato escrito.

E tem um detalhe importante: não basta chamar o profissional de “parceiro” e combinar uma porcentagem no WhatsApp.

A lei estabelece regras para essa relação. Entre elas, determina que o salão-parceiro centralize os pagamentos dos serviços e retenha a cota-parte percentual definida no contrato, além dos valores previstos para tributos e contribuições do profissional-parceiro.

Quer conferir direto na fonte? Acesse a Lei nº 13.352/2016 no Planalto

E, se quiser entender esse modelo com uma linguagem bem mais próxima da rotina de um negócio de beleza, vale continuar por aqui também: Entenda a Lei do Salão Parceiro no Blog da Trinks!

 

Então trabalhar com comissão elimina o risco de vínculo?

Não é tão simples assim. O modelo do Salão Parceiro cria uma estrutura legal específica para a parceria, mas o contrato precisa estar de acordo com a lei e a relação que acontece no dia a dia também precisa ser coerente com o que foi formalizado.

Por isso, nada de escolher um modelo jurídico só porque ele parece mais fácil ou porque “todo mundo faz assim”.

E aqui vale aquele conselho que parece burocrático, mas pode evitar uma bela dor de cabeça depois: converse com um advogado e um profissional de contabilidade que conheçam esse tipo de operação antes de estruturar ou mudar a relação com sua equipe.

A gente pode te ajudar a entender a gestão. A decisão jurídica precisa olhar para a realidade do seu negócio.

 

E aluguel de cadeira? Fica fora dessa conversa?

Também merece atenção. A Ruppell trata o aluguel como uma relação diferente da parceria prevista na Lei do Salão Parceiro e chama atenção justamente para a maior autonomia do profissional nesse tipo de operação.

Mas tem um cuidado importante aqui: dar o nome de “aluguel de cadeira” para uma relação não resolve, sozinho, toda a parte jurídica.

Se, na prática, o dono espera controlar uma série de aspectos do trabalho daquele profissional, enquanto o contrato diz outra coisa, vale acender o alerta.

Por isso, independentemente do caminho escolhido, contrato e operação precisam conversar entre si.

Afinal, aluguel de cadeira ou comissão: qual escolher?

Depois de tanta comparação, talvez você queira que a gente simplesmente bata o martelo. Mas seria fácil demais, e provavelmente não ajudaria muito.

Porque a resposta depende menos de descobrir “qual modelo é melhor” e muito mais de entender qual negócio você está tentando construir.

Se você quer acompanhar performance, desenvolver equipe, fortalecer uma experiência própria, trabalhar uma marca mais padronizada e, quem sabe, preparar a operação para crescer e abrir novas unidades, a leitura de campo da Ruppell aponta a comissão/parceria como um caminho mais alinhado a esse objetivo.

Agora, se a proposta é oferecer estrutura para profissionais mais independentes, com menor envolvimento seu na gestão da rotina de cada um, o aluguel pode entrar na conta.

Só que aí ele precisa ser uma escolha de modelo de negócio, não uma solução improvisada para ocupar uma cadeira vazia.

E essa diferença muda tudo. Porque dá para ter uma cadeira ocupada e ainda assim ela não estar ajudando seu negócio a ir na direção que você quer.

Então, antes de escolher, volta para aquelas perguntas:

Quanto essa cadeira realmente custa?
Que autonomia quero dar ao profissional?
Quanto preciso acompanhar da operação?
Quero construir uma experiência ligada à minha marca?
Tenho planos de crescer?
Minha estrutura jurídica e financeira está preparada?

As respostas já dizem muito mais do que simplesmente comparar um percentual com um valor de aluguel.

A Ruppell responde às principais dúvidas sobre aluguel de cadeira e comissão em barbearias

 

Como funciona o aluguel de cadeira em uma barbearia?

No aluguel de cadeira, o profissional paga um valor acordado pelo uso da estrutura e tende a atuar com maior autonomia sobre a própria operação, conforme o modelo contratual estabelecido.

Para o dono da barbearia, o principal cuidado financeiro é entender se o valor cobrado cobre os custos envolvidos naquela estrutura e entrega o retorno esperado.

 

Como funciona a comissão de barbeiro?

Na comissão, parte do valor gerado pelos atendimentos é destinada ao profissional conforme o percentual e o modelo de relação definidos.

Quando a barbearia trabalha pelo regime de Salão Parceiro, existem regras específicas previstas na Lei nº 13.352/2016, incluindo contrato escrito e responsabilidades próprias do salão-parceiro e do profissional-parceiro.

Se você quer aprofundar essa conta, a Trinks explica como chegar ao percentual de uma forma mais estratégica. Veja como definir a comissão da equipe de beleza em 2026

 

Qual porcentagem pagar de comissão para um barbeiro?

Não existe um percentual único que seja ideal para toda barbearia.

O valor precisa considerar custos da operação, preços praticados, margem, modelo contratual, serviços realizados e sustentabilidade financeira tanto para o negócio quanto para o profissional.

Ou seja, copiar a porcentagem da barbearia do lado pode até ser mais rápido. Gerir olhando para os seus próprios números é bem mais inteligente.

Veja como calcular a comissão de profissionais de beleza

 

Quanto cobrar pelo aluguel de uma cadeira de barbeiro?

Também não existe um valor mágico. Antes de definir o aluguel, coloque na conta tudo o que aquela cadeira consome: espaço físico, água, energia, internet, limpeza, recepção, equipamentos, manutenção e demais custos fornecidos pelo negócio.

Depois, avalie qual margem você espera obter com aquela estrutura.

O case compartilhado pela Ruppell mostra bem por que essa conta importa: em uma barbearia analisada pela consultoria, um profissional pagava entre R$ 400 e R$ 600 pelo espaço enquanto faturava aproximadamente R$ 5 mil a R$ 6 mil mensais. O problema não era simplesmente existir aluguel, mas a falta de uma análise mais estratégica sobre o retorno daquela cadeira para o negócio.

 

Aluguel de cadeira gera vínculo empregatício?

Não é seguro responder simplesmente “sim” ou “não” olhando apenas para o nome dado ao contrato.

A caracterização jurídica de uma relação depende de como ela é estruturada e de como funciona na prática. Por isso, se a preocupação é evitar riscos trabalhistas, o caminho mais seguro é avaliar o caso concreto com orientação jurídica especializada.

 

Barbeiro pode trabalhar como profissional-parceiro?

Sim. A legislação inclui expressamente o barbeiro entre os profissionais que podem celebrar contrato de parceria dentro das regras da Lei do Salão Parceiro.

 

Dá para ter barbeiros comissionados e cadeiras alugadas no mesmo espaço?

Pode existir uma operação com relações diferentes, mas isso precisa ser pensado com cuidado.

Na experiência da Ruppell, misturar os modelos sem uma estratégia clara pode gerar ruídos de preço, atendimento, processos e percepção da marca dentro do mesmo endereço.

Então, mais importante do que perguntar se “pode” é avaliar como essa mistura vai funcionar na prática, tanto na gestão quanto nos contratos.

 

Aluguel ou comissão: a escolha começa pelo negócio que você quer construir

Empreendedor, chegamos ao fim desse papo incrível ao lado da Ruppell. Vimos que, no começo desta conversa, a dúvida parecia ser só: aluguel ou comissão?

Mas, quando a gente coloca gestão, números, experiência do cliente e planos de crescimento nessa conta, dá para perceber que a escolha vai muito além da forma como o dinheiro entra no fim do mês.

Os cases e aprendizados que a Ruppell Consultoria e Assessoria trouxe para construir este conteúdo com a Trinks mostram justamente isso: cada modelo coloca desafios e possibilidades diferentes no colo de quem está à frente da barbearia.

Por isso, antes de bater o martelo, vale voltar para a pergunta que guiou essa conversa: que tipo de barbearia você quer construir?

Escolheu comissão? Aluguel? Está justamente naquele momento de colocar os dois modelos na ponta do lápis? Independentemente do caminho, uma gestão organizada faz toda a diferença para enxergar seus números, acompanhar a operação e tomar decisões com mais clareza.

E é nessa parte que você pode contar com a Trinks como parceira da sua barbearia: tecnologia e recursos para simplificar a rotina e ajudar você a ter mais controle sobre o negócio que decidiu construir.

Bora dar um up nessa gestão?

Até a próxima!

 

Sobre a Ruppell

 

 

A Ruppell Consultoria e Assessoria é parceira da Trinks e especialista em gestão para barbearias. Seu trabalho olha para o negócio de forma completa, passando por cinco pilares: financeiro, operacional, comercial, gestão e cultura.

Por meio do Sistema V.O.A.R., metodologia própria baseada em Visão, Organização, Ação e Revisão, a Ruppell identifica gargalos, estrutura a gestão e acompanha diferentes estágios de crescimento das barbearias. A consultoria também reúne cases reais do setor e atua tanto no direcionamento estratégico quanto na implementação das ações necessárias para cada momento do negócio.

Neste conteúdo, foi essa experiência de campo que a Ruppell trouxe para a conversa, compartilhando cases, aprendizados e diferentes cenários de aluguel de cadeira e comissão em barbearias.

Quer conhecer mais do trabalho deles? Acompanhe a Ruppell no Instagram ou acesse o site da Ruppell.

 

About The Author

Rafaela Maia Cwajgenbaum trabalha com Marketing há mais de 10 anos e é especialista em Conteúdo e SEO. Sua trajetória passa pela construção de estratégias editoriais, produção de conteúdo e otimização para mecanismos de busca, sempre com um objetivo bem claro: fazer com que boas histórias também sejam encontradas pelas pessoas certas.Na Trinks, mergulha no universo dos negócios de beleza para transformar dúvidas, desafios e tendências do setor em conteúdos que realmente façam sentido para quem está do outro lado, seja pesquisando como melhorar a gestão, atrair mais clientes ou fazer o negócio crescer.Entre palavras-chave, pautas, dados e muita pesquisa, acredita que SEO não é escrever para o Google e conteúdo não é só preencher calendário. É entender o que as pessoas estão buscando, por que estão buscando e entregar uma resposta que valha o clique e o tempo de quem chegou até ali.
Rafaela Maia Cwajgenbaum trabalha com Marketing há mais de 10 anos e é especialista em Conteúdo e SEO. Sua trajetória passa pela construção de estratégias editoriais, produção de conteúdo e otimização para mecanismos de busca, sempre com um objetivo bem claro: fazer com que boas histórias também sejam encontradas pelas pessoas certas.Na Trinks, mergulha no universo dos negócios de beleza para transformar dúvidas, desafios e tendências do setor em conteúdos que realmente façam sentido para quem está do outro lado, seja pesquisando como melhorar a gestão, atrair mais clientes ou fazer o negócio crescer.Entre palavras-chave, pautas, dados e muita pesquisa, acredita que SEO não é escrever para o Google e conteúdo não é só preencher calendário. É entender o que as pessoas estão buscando, por que estão buscando e entregar uma resposta que valha o clique e o tempo de quem chegou até ali.

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